Guia de LEDs: tipos, cores, tensões e como calcular o resistor
Todo técnico já queimou um LED por pressa. Liga direto na fonte de bancada só para "ver se acende", vem o flash bonito e depois o silêncio permanente. O LED é um dos componentes mais simples que existem e, ao mesmo tempo, um dos que mais geram dúvida na hora de calcular: por que o azul precisa de mais tensão que o vermelho? Dá para trocar um amarelo por um branco no mesmo circuito? Qual resistor usar em 12 V? Por que a fita LED reparada às pressas queima de novo em uma semana?
Este guia responde essas perguntas com tabelas de consulta direta — tensão e corrente por cor, encapsulamentos comparados, valores de resistor prontos para 3,3 V, 5 V, 9 V, 12 V e 24 V — e explica o pouco de física que você precisa saber para não depender de tabela nenhuma. No final há um roteiro de diagnóstico de bancada e o guia completo em PDF para download.
1. Por que a cor determina a tensão
O LED (Light Emitting Diode) é, antes de tudo, um diodo: conduz em um sentido e bloqueia no outro. A diferença em relação ao diodo retificador comum está no material do cristal semicondutor. Enquanto o silício devolve a energia da recombinação elétron-lacuna quase toda em forma de calor, os compostos usados nos LEDs — arseneto de gálio, fosfeto de alumínio-índio-gálio, nitreto de índio-gálio — devolvem essa energia como fóton, isto é, como luz.
A consequência prática mais importante é que a cor e a tensão direta nascem juntas, do mesmo fenômeno físico. A energia do fóton é inversamente proporcional ao comprimento de onda: quanto mais azul a luz, mais energia por fóton e, portanto, maior a barreira de potencial que o elétron precisa vencer. Por isso um LED vermelho acende com 1,8 V enquanto um azul precisa de 3,2 V — não é escolha do fabricante, é física do material.
Esse mesmo raciocínio explica uma curiosidade que confunde muita gente: o LED branco tem exatamente a mesma tensão do azul. Ele é um LED azul, com uma camada de fósforo amarelo depositada sobre o chip. O fósforo converte parte da luz azul em amarelo, e a mistura dos dois chega ao olho como branco. Quando um LED branco "amarela" com o tempo, o que envelheceu foi essa camada de fósforo, normalmente por excesso de corrente.

fig-espectro-led.png — alt: "Espectro visível com a posição de cada cor de LED, do UV-A ao infravermelho"
O LED não é um resistor
A segunda consequência é igualmente prática. A curva característica do LED é exponencial: abaixo da tensão de joelho praticamente não passa corrente, e alguns décimos de volt acima dela a corrente dispara. Um acréscimo de 0,1 V pode dobrar a corrente.
Isso significa que ligar um LED direto na fonte, sem limitação, entrega a ele toda a corrente que a fonte for capaz de fornecer. Todo circuito com LED precisa, obrigatoriamente, de um elemento limitador: um resistor, nos casos simples, ou um driver de corrente constante, nos LEDs de potência. Em LED se controla corrente, nunca tensão.
2. Como identificar a polaridade — três métodos
O encapsulamento DIP de 5 mm continua sendo a referência de bancada. Dentro da cápsula de epóxi há um refletor cônico (a cup) onde o chip fica assentado, um fio de ouro finíssimo (bond wire) ligando o topo do chip ao terminal oposto, e a lente de epóxi, que define o ângulo de emissão — de 15° nos LEDs de foco estreito a 120° nos difusos.
Vale conhecer as três formas de identificar a polaridade, porque em componente usado ou com as pernas já cortadas nem sempre a primeira funciona:
Perna mais longa = ânodo (+). O método rápido, e o primeiro a se perder quando alguém corta os terminais.
Lado chanfrado da cápsula = cátodo (−). A marcação que sobrevive ao corte das pernas.
Olhar contra a luz. O método infalível: a peça metálica maior, o refletor onde o chip está apoiado, é o cátodo.
No teste com multímetro na escala de diodo, a ponta vermelha no ânodo faz o LED acender fracamente e mostra a tensão direta no visor — um LED bom exibe algo entre 1,6 V e 3,2 V, conforme a cor.
3. LEDs indicadores por cor — tensão e corrente
A tabela reúne os LEDs de indicação mais comuns nos encapsulamentos DIP de 3 mm e 5 mm, que são os que se encontram em qualquer gaveta de bancada. Os valores de tensão direta são faixas típicas a 20 mA e temperatura ambiente. Peças do mesmo lote variam entre si, e peças de fabricantes diferentes variam ainda mais: sempre que o projeto for série ou envolver muitas unidades, meça uma amostra em vez de confiar na tabela.
Cor | Comprim. de onda | Material | VF típica | VF máx. | IF típica | IF máx. |
|---|---|---|---|---|---|---|
Infravermelho | 850–940 nm | GaAs | 1,2–1,6 V | 1,8 V | 20 mA | 50–100 mA |
Vermelho | 620–660 nm | AlGaAs / GaAsP | 1,8–2,2 V | 2,4 V | 20 mA | 30 mA |
Laranja | 605–620 nm | AlGaInP | 2,0–2,2 V | 2,5 V | 20 mA | 30 mA |
Âmbar | 590–605 nm | AlGaInP | 2,0–2,3 V | 2,5 V | 20 mA | 30 mA |
Amarelo | 585–590 nm | GaAsP | 2,1–2,4 V | 2,6 V | 20 mA | 30 mA |
Verde tradicional | 560–570 nm | GaP | 2,0–2,4 V | 2,6 V | 20 mA | 30 mA |
Verde puro | 520–535 nm | InGaN | 3,0–3,4 V | 3,8 V | 20 mA | 30 mA |
Azul | 460–475 nm | InGaN | 3,0–3,4 V | 3,8 V | 20 mA | 30 mA |
Branco frio | 6000–8000 K | InGaN + fósforo | 3,0–3,4 V | 3,8 V | 20 mA | 30 mA |
Branco quente | 2700–3500 K | InGaN + fósforo | 3,0–3,3 V | 3,8 V | 20 mA | 30 mA |
Violeta | 400–410 nm | InGaN | 3,1–3,5 V | 4,0 V | 20 mA | 30 mA |
UV-A (luz negra) | 365–395 nm | InGaN | 3,2–3,8 V | 4,2 V | 20 mA | 30 mA |
UV-C (germicida) | 265–285 nm | AlGaN | 5,0–7,0 V | 8,0 V | 20–100 mA | conf. fabricante |
RGB | 3 chips | misto | R 2,0 / G 3,2 / B 3,2 | 3,8 V | 20 mA/cor | 30 mA/cor |

fig-tensao-por-cor.png — alt: "Gráfico de tensão direta por cor mostrando os grupos de 2 V e 3,2 V"
A regra dos três números
Olhando o gráfico, fica evidente que os LEDs não se espalham pela escala de tensão: eles se agrupam. E é isso que permite trabalhar de cabeça na bancada.
Grupo de 2 V — vermelho, laranja, âmbar, amarelo e verde tradicional (AlGaInP, GaAsP, GaP).
Grupo de 3,2 V — verde puro, azul, branco, violeta e UV-A (todos InGaN).
Infravermelho — isolado em 1,4 V.
Guardar esses três números resolve 95% dos cálculos sem consultar tabela alguma. Na prática, a regra também responde à dúvida de troca: você troca um vermelho por um amarelo sem recalcular nada, mas trocar por um azul ou branco exige refazer o resistor — a diferença de 1,2 V vem toda descontada da queda no resistor.
4. Encapsulamentos: DIP, SMD e COB
O encapsulamento não altera a física do chip, mas define quase tudo o mais: quanta corrente a peça suporta, quanto calor consegue dissipar, qual o ângulo do feixe e como ela é montada. Um mesmo chip azul de 3,2 V pode viver dentro de um DIP de 5 mm consumindo 20 mA ou dentro de um encapsulamento cerâmico com dissipador consumindo 1 A — o que muda é a capacidade de tirar calor de perto da junção.
Uma dica que economiza tempo: o código numérico dos SMD é sempre largura × comprimento em décimos de milímetro. 3528 = 3,5 × 2,8 mm; 5050 = 5,0 × 5,0 mm. Sabendo disso você identifica a peça com um paquímetro, sem precisar do datasheet.
Código | Dimensões | Chips | Potência | VF | IF | Aplicação típica |
|---|---|---|---|---|---|---|
0603 / 0805 / 1206 | 1,6×0,8 a 3,2×1,6 | 1 | 0,06 W | conf. cor | 5–20 mA | Indicação em placa |
3014 | 3,0×1,4 mm | 1 | 0,1 W | 3,0–3,2 V | 30 mA | Fita LED, backlight |
3528 (PLCC-2) | 3,5×2,8 mm | 1 | 0,08 W | 3,0–3,4 V | 20 mA | Fita 12 V, 60 LED/m |
2835 | 2,8×3,5 mm | 1 | 0,2–1 W | 3,0–3,4 V (ou 9 V / 18 V) | 60–300 mA | Lâmpadas, painéis |
5050 (PLCC-6) | 5,0×5,0 mm | 3 | 0,24 W | 3,0–3,4 V/chip | 20 mA/chip | Fita RGB |
5730 | 5,7×3,0 mm | 1 | 0,5–1 W | 3,0–3,4 V | 150–300 mA | Lâmpadas de alto fluxo |
WS2812B | 5,0×5,0 mm | 3 + CI | 0,3 W | 5,0 V (alim.) | ~60 mA (branco) | Fita endereçável |
Cabochão / difuso | 3–10 mm | 1 | 0,06 W | conf. cor | 20 mA | Painel frontal |
LEDs de potência
A partir de aproximadamente 0,5 W o resistor deixa de ser solução aceitável: ele dissiparia mais energia que o próprio LED e, pior, não protegeria a peça contra fuga térmica. Nesses casos usa-se driver de corrente constante, e o dissipador passa a ser item de projeto, não acessório. A regra prática é curta: LED de potência sem dissipador tem vida útil medida em segundos.
Tipo | Potência | VF | IF | Fluxo típico | Observação |
|---|---|---|---|---|---|
Power LED 1 W | 1 W | 3,0–3,4 V (branco) / 2,2–2,6 V (verm.) | 300–350 mA | 90–130 lm | Dissipador de 10 cm² no mínimo |
Power LED 3 W | 3 W | 3,2–3,6 V | 700 mA | 200–260 lm | Dissipador obrigatório |
Power LED 5 W | 5 W | 3,2–3,8 V | 1,0–1,5 A | 350–450 lm | Driver de corrente constante |
Cree XP-G / XM-L | 3–10 W | 2,9–3,5 V | 0,7–3 A | 280–1000 lm | Lanternas, alta eficiência |
COB 10–50 W | 10–50 W | 9–12 V ou 30–34 V | 0,3–1,5 A | 800–4500 lm | Matriz série/paralelo interna |
Módulo 220 V (driverless) | 5–50 W | rede retificada | interno | variável | Comum em lâmpadas e refletores; circuito sem isolação |
Atenção com módulos driverless. Placas de lâmpadas e refletores modernos ligam os LEDs em série direto na rede retificada. O circuito inteiro fica no potencial da rede, sem isolação galvânica. Nunca meça, toque ou manipule uma dessas placas energizada — inclusive o dissipador de alumínio pode estar vivo.
5. Cálculo do resistor limitador
O resistor em série resolve o problema da corrente de um jeito elegante: a diferença entre a tensão da fonte e a tensão direta do LED cai sobre ele, e essa diferença dividida pela corrente desejada dá o valor de resistência.
R = ( VFONTE − VF ) ÷ IF | PR = ( VFONTE − VF ) × IF
Corrente sempre em ampères: 20 mA = 0,020 A.
Como a queda no resistor é linear e a do LED é praticamente fixa, o conjunto se estabiliza sozinho. E há um detalhe que quase ninguém comenta: quanto maior a sobra de tensão sobre o resistor, mais estável fica o circuito. É por isso que alimentar um LED de 3,2 V em 12 V dá resultado muito mais previsível do que alimentá-lo em 3,3 V — no segundo caso, sobram 0,1 V, e qualquer variação de lote ou temperatura muda o brilho de forma visível.
fig-circuito-resistor.png — alt: "Circuito com fonte, resistor limitador e LED, com as tensões anotadas"
Valores prontos para as fontes mais comuns
Fonte | LED | I desejada | Cálculo | R comercial | P dissipada | Resistor |
|---|---|---|---|---|---|---|
3,3 V | Vermelho (2,0 V) | 10 mA | 1,3 ÷ 0,010 = 130 Ω | 130 Ω | 13 mW | 1/8 W |
3,3 V | Branco/Azul (3,2 V) | — | sobra 0,1 V | inviável | — | usar boost |
5 V | Infravermelho (1,4 V) | 20 mA | 3,6 ÷ 0,020 = 180 Ω | 180 Ω | 72 mW | 1/8 W |
5 V | Vermelho (2,0 V) | 20 mA | 3,0 ÷ 0,020 = 150 Ω | 150 Ω | 60 mW | 1/8 W |
5 V | Amarelo/Verde (2,2 V) | 20 mA | 2,8 ÷ 0,020 = 140 Ω | 150 Ω | 56 mW | 1/8 W |
5 V | Branco/Azul (3,2 V) | 20 mA | 1,8 ÷ 0,020 = 90 Ω | 100 Ω | 36 mW | 1/8 W |
9 V | Vermelho (2,0 V) | 20 mA | 7,0 ÷ 0,020 = 350 Ω | 390 Ω | 140 mW | 1/4 W |
9 V | Branco/Azul (3,2 V) | 20 mA | 5,8 ÷ 0,020 = 290 Ω | 330 Ω | 116 mW | 1/4 W |
12 V | Vermelho (2,0 V) | 20 mA | 10,0 ÷ 0,020 = 500 Ω | 560 Ω | 200 mW | 1/4 W |
12 V | Amarelo/Verde (2,2 V) | 20 mA | 9,8 ÷ 0,020 = 490 Ω | 560 Ω | 196 mW | 1/4 W |
12 V | Branco/Azul (3,2 V) | 20 mA | 8,8 ÷ 0,020 = 440 Ω | 470 Ω | 176 mW | 1/4 W |
12 V | 3 × Branco em série (9,6 V) | 20 mA | 2,4 ÷ 0,020 = 120 Ω | 120 Ω | 48 mW | 1/8 W |
24 V | Vermelho (2,0 V) | 20 mA | 22,0 ÷ 0,020 = 1100 Ω | 1,2 kΩ | 440 mW | 1 W |
24 V | 6 × Branco em série (19,2 V) | 20 mA | 4,8 ÷ 0,020 = 240 Ω | 270 Ω | 96 mW | 1/4 W |
Sempre arredonde o resistor para cima. Resistor maior que o calculado significa corrente ligeiramente menor — o LED acende um pouco menos e dura muito mais. Resistor menor significa corrente acima do especificado, aquecimento da junção e degradação acelerada do fósforo, que é o que faz LEDs brancos amarelarem. Na dúvida, para indicação em painel, 10 mA já é mais que suficiente e praticamente dobra a vida útil.
6. Série e paralelo — o erro clássico
Ligar LEDs em série é quase sempre a melhor escolha: a mesma corrente atravessa todos, o brilho fica uniforme e um único resistor serve para o conjunto. O limite é a tensão disponível — a soma das tensões diretas precisa deixar pelo menos 15% a 20% da tensão da fonte sobrando para o resistor, ou o circuito fica sensível demais à variação de temperatura e de lote.
Ligar LEDs em paralelo compartilhando um único resistor é o erro clássico, e vale entender por que ele é tão traiçoeiro. Como a tensão direta varia entre unidades, aquele com a menor VF conduz mais, aquece, tem sua VF reduzida ainda mais pelo coeficiente térmico negativo, conduz mais ainda — e queima. Depois disso os outros recebem toda a corrente e seguem o mesmo caminho, um a um. O circuito funciona na bancada e morre na semana seguinte.
A solução é simples: um resistor para cada ramo. Essa é, de longe, a causa mais frequente de LEDs queimados em fitas e painéis reparados às pressas.
7. Notas práticas de bancada
Controle de brilho
Reduzir a tensão para escurecer um LED não funciona: abaixo do joelho ele simplesmente apaga, e a faixa útil entre "apagado" e "brilho total" é de poucos décimos de volt. O método correto é PWM — manter a corrente nominal e variar o tempo ligado. Frequências acima de 200 Hz já são imperceptíveis ao olho; para iluminação em ambientes com câmera, use acima de 2 kHz para evitar cintilação no vídeo.
Um detalhe que costuma pegar quem programa: o olho responde de forma logarítmica. Um duty cycle de 50% não parece metade do brilho, e sim algo perto de 70%. Se o resultado no firmware está "sem meio-termo", o que falta é uma curva de correção gama, não mais resolução de PWM.
Efeito da temperatura
A tensão direta cai aproximadamente 2 a 4 mV por grau Celsius de aumento na junção. Em um LED indicador com resistor isso é irrelevante. Em um LED de potência alimentado por fonte de tensão fixa, é fatal: o aquecimento reduz a VF, o que aumenta a corrente, que aumenta o aquecimento — a chamada fuga térmica. Daí a regra de que LED de potência exige driver de corrente constante, e não de tensão constante.
Diagnóstico rápido
Sintoma | Causa mais provável | Verificação |
|---|---|---|
Não acende | Polaridade invertida ou resistor aberto | Escala de diodo: LED bom mostra 1,6–3,2 V e brilha fraco |
Acende muito fraco | Resistor com valor alto demais ou fonte com queda | Medir a tensão sobre o resistor e dividir pelo valor |
Queimou em segundos | Sem limitação de corrente | Conferir se existe resistor no ramo |
Amarelou / perdeu brilho | Sobrecorrente crônica; fósforo degradado | Medir a corrente real e comparar com o nominal |
Um da fita apagado, os outros acesos | SMD em curto ou solda fria | Ponte provisória no LED suspeito refaz o segmento |
Fita inteira apagada a partir de um ponto | SMD aberto na série | Medir continuidade segmento a segmento |
Cintilação | Capacitor de filtro do driver seco | Inspeção visual e ESR do eletrolítico |
Checklist antes de energizar
Existe resistor ou driver limitando a corrente em cada ramo?
A polaridade confere — perna longa, chanfro e refletor apontam para o mesmo lado?
A soma das VF em série deixa margem para o resistor?
A potência do resistor tem pelo menos o dobro da calculada?
Acima de 0,5 W, há dissipador com pasta térmica?
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Todo o conteúdo deste artigo está disponível em um guia de 8 páginas em A4, formatado para impressão e consulta na bancada, com seis ilustrações vetoriais: curva característica I×V, anatomia do LED em corte, gráfico de tensão por cor, encapsulamentos comparados em escala real, circuito do resistor limitador e as três topologias de ligação lado a lado.
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Os valores apresentados são típicos de mercado. Para projetos de produção, confirme sempre no datasheet do fabricante do componente específico.
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